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SEM CONSTRANGIMENTO DÓRIA QUER OS CRÉDITOS DO USO DA CLOROQUINA

foto: internet -dfmobilidade

O tucano e governador de São Paulo afirmou, sem nenhum constragimento, em coletiva nesta tarde que foi o médico Davi Uip que sugeriu o uso do medicamento ao governo de Jair Bolsonaro.


João Doria, governador de São Paulo, acusou, nesta quarta-feira (8), o suposto “Gabinete do Ódio” por orientar críticas nas redes sociais ao médico David Uip, que chefia o combate à pandemia do coronavírus no Estado.
Os “ataques”, segundo o governador paulista, tiveram início na tarde de terça-feira (7).
Durante entrevista coletiva, após o infectologista desviar pela segunda vez da pergunta sobre o uso de hidroxicloroquina em seu tratamento contra a Covid-19, Doria saiu em defesa de Uip:
“Respeito à medicina e respeito aos médicos. Nossa guerra não é contra a medicina. Não faz o menor sentido atacar o ministro Luiz Henrique Mandetta, que vem cumprindo bem a sua função de ministro da Saúde do Brasil.”
E acrescentou:
“Assim, também, não faz o menor sentido atacar o doutor David Uip, como foi atacado ontem à tarde nas redes sociais, mais uma vez sob a orientação do dito gabinete do ódio de Brasília.”
Ainda na entrevista coletiva, Doria afirmou que foi o médico Uip, aquele que não quis relatar que tinha feito uso do medicamento, que sugeriu ao ministro da Saúde, Henrique Mandetta, a distribuição da cloroquina aos hospitais públicos:
“Foi o médico e infectologista David Uip que sugeriu ao ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, que distribuísse o medicamento na rede pública do país.”


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