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video - O DISCURSO DO ESTADISTA BOLSONARO E AS PANELAS MAL EDUCADAS

O presidente decepcionou os cavaleiros do apocalipse e não anuncia o fim da quarentena.


Não é a toa que os esquerdistas estão adorando o tal isolamento horizontal. Ora, primeiro não precisam trabalhar e produzir sua alimentação e roupas já que vivem de favores; cota disso ou daquilo e ou bolsa disso e daquilo, sem falar na geração que vive às custas dos pais. Isto tudo endossa o discurso anti imperialista e consumista  ocidental.

Fato é que dentro de apartamentos , verdadeiras caixas de som amplificadas são produzidas e com um bocado de panelas e instrumentos musicais  utilizados  para pertubação da ordem. Objetivo: fazer política porca e barata.

Fotografias das ruas lotadas de "vermelhos " ou bandeiras, do arco íris e do MST na Av. Paulista não teremos, afinal enganar é a especialidade dessa claque que tenta o protagonismo nacional. 

A simpatia desse movimento é logo dizimada pela espalhafatosa, desafinada e irritante alarido, sem conteúdo ou fundamento justificável, a não ser o de abafar a voz de veludo do tal Bonner do JN da "globo lixo". 

Sem fotos ou vídeos ou  confirmação científica do quanto são, os batedores de panela enganam muito bem. 

A antipatia não acaba por aí. 'Os idiotas úteis' perderam a oportunidade de assistir um  verdadeiro estadista na condução da "maior crise de nossa geração".  

Num momento em que todos proclamam o hino da união e do cuidar uns dos outros, estes encontram tempo para movimentos vazios e de conotação extremamente desunida e negativa.

O combate ao coronavírus deve ser feito de forma responsável e cuidadosa : uma equação complexa em que as diversas variáveis devem ser levadas em consideração de forma estratégica. O cuidado com as vidas e a preservação dos empregos . Só assim chegaremos ao passo seguinte que certamente virá  após esta crise. Jair Bolsonaro foi assertivo e honrou o cargo para qual foi eleito.


Salvar vidas sem deixar para trás os empregos’, diz Bolsonaro

Temos uma missão, salvar vidas sem deixar para trás os empregos”, disse o presidente Bolsonaro.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou, nesta terça-feira (31), que sua preocupação em meio à pandemia do novo coronavírus “sempre foi salvar vidas”.
Durante pronunciamento em cadeia nacional de TV e rádio, Bolsonaro citou parte de fala recente do presidente da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Ghebreyesus, ao pedir que governos levem em conta a população pobre na decretação de quarentenas. 
O chefe do Executivo declarou:
“Por um lado, temos que ter cautela e precaução com todos, principalmente com mais idosos e portadores de doenças. Por outro, temos que combater o desemprego, que cresce rapidamente em especial entre os mais pobres.”
E acrescentou:
“O que será do camelô, do ambulante, do vendedor de churrasquinho, da diarista, do ajudante de pedreiro, e dos outros autônomos com quem venho mantendo contato durante toda minha vida pública?”


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