IPVA II

LUCRO RECORRENTE DO BRB CRESCE 78,9% E BATE RECORDE HISTÓRICO

DF MOBILIDADE

O Banco de Brasília (BRB) alcançou lucro líquido recorrente de R$ 129,5 milhões no quarto trimestre de 2019. O número representa crescimento de 78,9% em relação ao mesmo período de 2018. É o maior resultado da história do BRB. O retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio foi de 27,0%. No período de doze meses, o lucro atingiu R$ 412,3 milhões,
evolução de 56,8% quando comparado ao mesmo período do ano anterior.

O crescimento no lucro líquido recorrente foi gerado pelo aumento da margem financeira, avanço das
receitas com tarifas e prestação de serviços, redução das despesas com devedores duvidosos e controle de gastos das despesas com pessoal e administrativas.Segundo o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, “os resultados alcançados nos doze meses de 2019
mostram um BRB mais competitivo, moderno, ágil e focado na melhoria da oferta de produtos, serviços e de relacionamento com seus clientes pessoa física e jurídica”.
“Ao longo de todo o ano passado, procuramos oferecer opções mais atrativas aos nossos clientes e
atuamos ao lado do setor produtivo. Para 2020, nosso planejamento estratégico é focado na expansão
nacional do BRB e na oferta de um banco ainda mais completo e competitivo”, afirmou Paulo Henrique
Costa.

A carteira de crédito ampla chegou a R$ 11,0 bilhões – o maior nível da história do BRB - e apresentou
crescimento de 22,5% em 12 meses e de 8,6% no trimestre. O principal destaque foi o crédito
consignado, cujo saldo alcançou R$ 6,09 bilhões com evolução de 27,3% em 12 meses e de 8,8% no
trimestre.
As despesas com provisão para créditos de liquidação duvidosa foram de R$ 136,7 milhões no ano de
2019, uma redução de 36,5% m relação ao ano anterior. A redução na despesa decorreu da melhora na qualidade da carteira, com gestão de riscos mais eficiente, evolução dos critérios de concessão e da recuperação de créditos inadimplentes.


Inadimplência


A inadimplência encerrou o quarto trimestre de 2019 em 1,7%, redução de 0,3 pontos percentuais em
relação a setembro de 2019 e dezembro de 2018, permanecendo abaixo da média de mercado, de 2,9%. Os ratings de menor risco, de AA-C, aumentaram a sua participação na carteira para 94,8% em dezembro
de 2019.

As receitas com prestação de serviços e tarifas alcançaram um total de R$ 422 milhões no ano passado, crescimento de 14,4% frente a 2018. No quarto trimestre de 2019, essas receitas chegaram a R$ 130 milhões e evolução de 24,3%, quando comparada à receita do trimestre imediatamente anterior. Merecem destaque as receitas com corretagem de seguros, que cresceram 44,1% e 42,4%, em relação ao quarto trimestre de 2018 e ao ano completo, respectivamente.

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