GENERAL VENEZUELANO QUESTIONA ORIGEM DO DINHEIRO DO FÓRUM DE SÃO PAULO

foto:divulgação

O ex-general do exército venezuelano, Carlos Julio Peñaloza Zambrano, questionou, em seu perfil no Twitter, a origem do dinheiro usado na reunião do Foro de SP, que acontece entre os dias 25 e 28 de julho, em Caracas, na Venezuela.
De acordo com informação do site Terça Livre, o general, que é desertor das forças de Maduro, afirmou que o Foro pagará em média US$ 10 mil para cada um dos 800 participantes do evento e indicou possibilidade de uso de dinheiro do narcotráfico.
Em seu perfil do Twitter, o ex-general costuma fazer denúncias da situação em seu país e mencionou o Foro de SP e sua relação como militar Diosdado Cabello, braço direito de Maduro e um homem ligado ao narcotráfico na América Latina. Cabello está na lista de participantes da reunião do Foro de SP, este ano.
Carlos Peñaloza foi general das Forças Armadas Revolucionárias da Venezuela, é historiador, engenheiro e autor do livro El imperio de Fidel, que trata da influência do ditador cubano em assuntos internos da Venezuela e como essa atuação ajudou a construir a ditadura atual. Em 2019, publicou uma continuação. O livro El delfin de Fidel conta como Fidel Castro construiu na Venezuela a figura de Hugo Chávez, dando impulso à instalação da ideologia chavista e do bolivarianismo.
O general afirmou, em seu tweet:
FORO DE SÃO PAULO Quem financia encontro na Venezuela? São 800 participantes e estima-se uma média de US$ 10 mil para cada um cobrir despesas de viagem, hotel, refeições, bar gratuito, etc. O Foro de São Paulo não tem dinheiro, mas tráfico de drogas e Diosdado que é um dos seus capangas“.

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O Foro de SP será alvo de uma CPI protocolada na Câmara dos Deputados, pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). A entidade internacional formada por partidos e movimentos de esquerda é acusada de ingerência em assuntos internos do Brasil e de outros países latino-americanos. O objetivo do Foro de SP, segundo seus integrantes e atas de reuniões, é transformar a América Latina em um continente unicamente governado por partidos de esquerda, motivo pelo qual foram feitas inúmeras interferências em governos e movimentos sociais ao longo dos últimos 20 anos.

POR: Cristian Derosa

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