PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA ADMINISTRARÁ SEGUNDO AEROPORTO DO DF

DFMOBILIDADE

Uma pista de pouso construída irregularmente na área rural de São Sebastião dará espaço ao segundo aeroporto de Brasília. O empreendimento será construído em parceria com a iniciativa privada, e os projetos estão prontos e em análise. 
Na primeira reunião do Conselho Gestor de Parcerias Público-Privadas da gestão Ibaneis Rocha, na semana passada, definiu-se a PPP do terminal, a do Estádio Nacional Mané Garrincha e a do autódromo como as prioridades do GDF. No caso do novo aeroporto executivo, oito empresas e consórcios apresentaram interesse no negócio, e a equipe de Ibaneis estabeleceu a meta de assinar a concessão até julho. 
O empreendimento será uma alternativa ao Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, que tem espaço limitado para hangares de aviação executiva, e deve oferecer espaço para táxi-aéreo e jatos menores.
A área que vai abrigar o terminal foi alvo de uma batalha judicial e acabou retomada pelo governo em 2016. A chácara, às margens da DF-251, foi arrendada em 1982 para atividades rurais ao produtor José Ramos Botelho, que mantinha uma fazenda de gado no local. No início dos anos 2000, a família Botelho construiu e registrou uma pista de pouso para uso próprio.
 Diante da demanda de aeronaves, os ocupantes da área ampliaram a estrutura e expandiram o uso da pista de pousos e decolagens. 
. Hoje, são mais de 100 espaços para a guarda de aviões de pequeno porte. A pista do terminal tem 1,7 mil metros de comprimento — o equivalente à área de pouso de Congonhas. O futuro Aeroporto Executivo de Brasília abriga mais de 250 aeronaves, avaliadas em até R$ 20 milhões.












Fonte: Correio Braziliense
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