METROVIÁRIOS NÃO QUEREM GREVE


FOTO: INTERNET-DFMOBILIDADE


Greve

Não é novidade para ninguém que o Governo do Distrital do Federal tem enfrentado dificuldades para ter relações saudáveis com seus servidores, mas tem dificultado, principalmente quando descumpre as decisões judiciais. O DFMOBILIDADE vem alertando para uma greve no sistema metroviário já alguns dias.

Procuramos o sindicato dos empregados que nos afirma que está disponível para negociação, mas a autoridade maior, o presidente da Companhia passou a responsabilidade para SEPLAG de maneira a fugir das responsabilidades.

No domingo (05), ontem, houve uma assembléia na estação da praça do relógio e até aquele momento a empresa se quer informou sobre as intenções de contratar novos concursados e ou pagar o INPC de 2015 e seu retroativo, para que um movimento paredista seja estacando. Nessa Assembléia foi decidido  greve por tempo indeterminado a partir de zero de quinta-feira (09) e aprovada por contra gosto dos mesmos empregados já que os representantes do governo não sinalizam para resolver o problema. 

Poucos empregados

Quando inaugurado no final dos anos 90 e início dos anos 2000 o Metrô tinha aproximadamente 1100 empregados e trecho operacional que ia da Estação Asa Sul até a praça do relógio, pois bem, de lá para cá o Metrô inaugurou várias estações e hoje transporta em torno de cento e cinquenta mil usuários por dia, sem que se tenha ampliado seu quadro de funcionários que gira perto dos novecentos entre operação e administrativo.
A atual gestão tem precarizado o sistema, não se sabe para que, e colocado em risco a operação e arrecadação da Companhia que com uma folha de pagamento enxuta inviabiliza um melhor atendimento aos usuários.

Terceirização 

Fato é que vários são os Comissionados que hoje defendem o Partido dominante na estrutura do GDF sinalizando para um aparelhamento da máquina pública. Vários contratos foram refeitos com a desculpa de melhorar o atendimento e aumentar a arrecadação da empresa, mas o que se viu até o momento foi uma total ingerência na estatal que com, políticas publicitárias colocam a empresa apenas como garota propaganda do Palácio do Buriti. 

Precarização do Sistema


Desde 2010 muitas manutenções técnicas vem sendo ignoradas pela atual gestão que faz vistas grossas ao Sistema de Rede do Centro de Controle e à manutenção dos trilhos, por exemplo. 
Agentes de Estação são insultados todos os dias quando cobram o bilhete de passagem e muitos usuários os ignoram como colaborador de um sistema eficaz de transporte público. Tudo em detrimento de uma gestão pautada por equívocos administrativos. Haja vista que Procuradoria do Distrito Federal e Tribunal de Contas já se empenham em algumas ações.

Justiça do Trabalho


Os pilotos, por exemplo, carro chefe da Operação Comercial e interna, são obrigados a reclamar na justiça para adquirir o direito de Periculosidade já que a empresa se nega a pagar um adicional de 30% sem que haja ação legal. Os pilotos tem direito a esse adiconal já que são os principais agentes do estado a zelar pelo patrimônio públicos (trens) e descem a via caso o trem tenha algum problema de manutenção.

Os Agentes de Segurança são outros que vivem um dilema. Os coletes balísticos, vencidos há mais de um ano não estão sendo trocados com a desculpa de que os mesmos não se utilizam de arma de fogo em sua função de segurança no sistema metroviário.
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